| Quando se fala em funk, pensam somente em mulheres rebolando e letras apológicas ao sexo explicito |
Uma pessoa de consciência no lugar, não vai dizer esse absurdo "o funk é cultura", já foi no passado, não é mais. É lamentável que o estado do Rio de Janeiro, representada como a cidade maravilhosa tenha uma característica 'musical' tão apológica e ridícula como o funk. Não aceito, dizer que o funk é um estilo musical, o funk é apenas batidas com palavrões para você rebolar até o chão.
Cultura é onde você adquiri coisas boas, que você se torne uma pessoa mais inteligente e mais culta, tendo um aprendizado com aquilo. Opa, desculpa, o funk ensina sim..., quer dizer, faz apologia sim... a drogas, ao sexo explícito, a facções criminosas. Isso é cultura?.
Um exemplo vergonhoso desse "estilo", é de um garoto de apenas 13 para os 14 anos cantar músicas que incentiva a roubar carros de altos preços e ter posse de armas, o que ele aprende com isso?. Onde ele vai parar?. Isso é cultura?. É educação?.
Por que o funk em vez de fazer apologia, criar músicas que façam estrangeiros ver a comunidade de outro jeito?.
Vamos pensar um pouco. Isso não depende de nós, e sim do governo, que deveria há muito tempo ter tomado providências cabíveis e proibir uma parte dos funks. Gente, não existe funk do bem. Toda a música funk criada, sempre terá o seu famoso proibidão, que claro a população vai querer essa versão e não a light.
No título, citei Chico Buarque um dos maiores compositores da música brasileira, apenas para ilustrar. Claro que não sou ele, e o funk não é cultura.
- Por Philippe Azevedo
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