quarta-feira, 28 de março de 2012

Profissão perigo! Homem é executado na frente de jornalista

http://natelinha.uol.com.br/img/pag/315x265/img20120327154837.jpg
Não estou aqui para fazer sensacionalismo. Mas que é chocante é. Um repórter da Paraíba registrava uma tentativa de execução de um homem, que se agonizava, o jornalista foi o primeiro a chegar antes da polícia e a SAMU.

Quando o repórter dava a descrição da tentativa de homicídio, um homem, de camisa amarela se aproxima da vítima e dispara dois tiros contra o rapaz.

Josenildo Gonçalves, repórter de uma afiliada da Rede Record e sua equipe, saíram desesperados do local.

"Meu Deus do céu, nossa equipe acompanhando aqui com exclusividade... O cara terminou de matar. Meu Deus do céu.... O cara terminou de matar na nossa frente", gritava o jornalista.


Decido, não fazer uma matéria, para exibir o vídeo e chamar leitores. Não quero ser um jornalista sensacionalista, e sim o que informa e que presta serviços à população.


EXIBIDO NA TELEVISÃO
É, não falaria deste assunto sem ao menos criticar. A emissora afiliada da Record, exibiu as imagens na íntegra, no horário do almoço. Mas desfocou a imagem da vítima e esqueceu a do assassino.


Mas nesta quarta-feira (28), o SBT por meio de seu jornal local do Rio de Janeiro, o SBT Rio, comandado pelo popular Rogério Forcollen, exibiu as imagens na íntegra e sem desfocar qualquer momento, exibiu à limpa. E mais, repetiu o momento da execução, várias vezes.


Mesmo tendo um diferencial, esse formato de jornal local (tendo um contato mais com o povo) aposta muito no sensacionalismo, e isso Rogério Forcollen e sua equipe pegaram pesado ao exibir, isso, onde famílias se sentam para almoçar. Que triste isso.

À quem diga que os jornais da TV Globo são manipuladores, mas ainda prefiro esse jornal, que talvez esconda notícias, mas não mostram cenas inadequadas para o seu público.

- Por Philippe Azevedo







domingo, 25 de março de 2012

O funk é cultura e eu sou o Chico Buarque

Quando se fala em funk, pensam somente em mulheres rebolando e letras apológicas ao sexo explicito
 
Os funkeiros vão me "matar". Mas eu estou aqui, para Soltar o verbo mesmo, e falar sobre o funk divide opiniões. Lembrando que a minha opinião, é uma só, então vamos lá.

Uma pessoa de consciência no lugar, não vai dizer esse absurdo "o funk é cultura", já foi no passado, não é mais. É lamentável que o estado do Rio de Janeiro, representada como a cidade maravilhosa tenha uma característica 'musical' tão apológica e ridícula como o funk. Não aceito, dizer que o funk é um estilo musical, o funk é apenas batidas com palavrões para você rebolar até o chão.

Cultura é onde você adquiri coisas boas, que você se torne uma pessoa mais inteligente e mais culta, tendo um aprendizado com aquilo. Opa, desculpa, o funk ensina sim..., quer dizer, faz apologia sim... a drogas, ao sexo explícito, a facções criminosas. Isso é cultura?.

Um exemplo vergonhoso desse "estilo", é de um garoto de apenas 13 para os 14 anos cantar músicas que incentiva a roubar carros de altos preços e ter posse de armas, o que ele aprende com isso?. Onde ele vai parar?. Isso é cultura?. É educação?.

Por que o funk em vez de fazer apologia, criar músicas que façam estrangeiros ver a comunidade de outro jeito?.

Vamos pensar um pouco. Isso não depende de nós, e sim do governo, que deveria há muito tempo ter tomado providências cabíveis e proibir uma parte dos funks. Gente, não existe funk do bem. Toda a música funk criada, sempre terá o seu famoso proibidão, que claro a população vai querer essa versão e não a light.

No título, citei Chico Buarque um dos maiores compositores da música brasileira, apenas para ilustrar. Claro que não sou ele, e o funk não é cultura.

- Por Philippe Azevedo

sexta-feira, 23 de março de 2012

A política brasileira se auto agradece

 
Nada melhor começar um blog falando sobre política, não é mesmo?. Então, esse texto estava na minha cabeça há muito tempo e claro, vou soltar o verbo sobre o assunto.

É lamentável os políticos do Brasil, seja de prefeito à vereador se auto agradecerem, por exemplo na minha cidade São Gonçalo (RJ).

Faixas estampadas em ruas e bairros dizendo "A comunidade agradece ao prefeito/deputado/vereador por ter realizado mais uma obra na rua tal", hã?. Eu acho que quando eles entraram para a política, esqueceram, que aquilo é uma obrigação deles. Mesmo sendo obrigação, será que eles pediram a opinião dos moradores se realmente a obra ficou boa?. Não!.

Um exemplo vergonhoso também foi da prefeita da minha cidade Aparecida Panisset, que inaugurou uma rua 'asfaltada' com festa sem ter ao menos terminado a obra na rua. O RJTV, telejornal local da TV Globo também denunciou o caso e claro debochou de Panisset.


Onde vamos parar com esse auto agradecimento?. É com eles que os prefeitos, vereadores e deputados conseguem votos, porque a população com uma falta de informação vota naquele político que faz festa para crianças, asfaltar ruas quando está perto de eleições. Não adianta, esse é o Brasil.

Adianta sim!. Nós reclamamos, mas não fazemos a diferença. Hoje tem internet acessível a grande parte da população, que tal pesquisar mais sobre aquele político que você vai votar?. Pesquisar, confiar que aquele político vai fazer diferença em seu bairro, estado ou cidade.

Vamos mudar, Brasil!.


- Por Philippe Azevedo